Gatos Vermelhos
Li uma notícia que, em Londres, tem uma exposição que retrata o preconceito sofrido por pessoas ruivas. PRECONCEITO? Gente, por que será que os ruivos são alvo de chacota? ADORO uma sardinha! E outra, justamente por eles serem diferentes, não é mais interessante? Afinal, eles não são nem um pouco banais.

São um traço comum em países como Irlanda e Escócia, mas diferente em quase todo o mundo. Não é um, luxo?
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Crise no Carnaval
E a crise chegou até no nosso carnaval. Isso significa corte de gastos supérfuos com viagens para lugares que tem blocos e cantem marchinhas como ôôô Barbosa, ou alguma coisa assim (já que esse ano eu não vou aprender mesmo, não vou me dar o trabalho de googlear a marchinha agora, né?).
MAS, como nunca tudo é tão ruim quanto parece, vou me esbanjar dançando com o Armin no Sábado de Carnaval. Se tudo der certo, e rolar um esquema camarada pro meu pobre bolso.
Oh, yeah.
Não duvide que eu grito “lindooooooo” mesmo!
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O projeto de número 740 aprovado pelo senador Romeu Tuma, que regulamenta a profissão DJ no Brasil, deve ser publicado em março no Diário Oficial. O projeto é similar ao da lei 6.533, efetuada em 1978. Portanto foi proposto que se adicionasse os DJs e produtores no texto de lei, que foram incluídos na categoria de artistas e técnicos em espetáculos de diversão. Os DJs, para ter sua situação regulamentada, agora tem que se inscrever previamente no Ministério do Trabalho e do Emprego, com diploma de curso profissionalizante e atestado de capacitação profissional, fornecido pelo sindicato representativo da categoria. A velha reserva de mercado está presente: em eventos realizados com DJs estrangeiros, 70% dos profissionais tem que ser nascidos no Brasil.
HAHAHAHAHAAHAHAHAHA
Sem comentários, Senador.
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Fluxo da consciência.
2009 e junto com ele, uma expectativa do caralho de que as coisas iam ser ainda melhores ! E é isso que me fode, esperar… esperar o que pra mim é tão óbvio e o que pros outros nem existe…
Me sinto sozinha…e detesto me sentir assim ! Ficar em casa em pleno sábado a noite mostrou ser a m-o-r-t-e!Sinto falta de pessoas que passaram, de pessoas que ainda estão, de pessoas que ainda nem conheci.. Detesto a rotina, aliás… detesto algumas rotinas…outras, faço questão que existam…. sou adaptável mas emburro com as mudanças, não quero que ninguém olhe o que estou vestindo mas me importo com a opinião dos outros, me sinto independente mas adoro um colo, sou agressiva mas posso ser a mais carinhosa, sou a mais animada e a mais triste; afinal, quem estabeleceu que tem que ser feliz todos os dias?
Sou a mais pura contradição, o que existe de mais conflituoso, de mais mistério.. sou tão misteriosa que não me entendo…um labirinto ! Quero tudo o que a vida pode e não pode me oferecer.. sinto a angústia de querer tudo agora já, pra ontem. Sou forte, sou brava, sou frágil, sou delicada…às vezes acho que posso tudo, outras me sinto a mais impotente das criaturas. Sofro, sofro muito, vivo intensamente cada pequeno acontecimento.. e isso dói.
Não é à toa que me sinto metade Maysa.. meu mundo cai, eu levanto, ele cai de novo e eu to aqui, com a maior cara blase fina. Me levem pro bar, me levem pra uma casa minha, me levem pra garopaba, mas … me levem.. sempre !
Minha outra metade é Clarice… e se eu mesmo tivesse escrito não teria me retratado tão bem:
“Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”
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Começo de ano feliz!
Estou aqui pra expressar o quanto eu sinto falta daqueles que me dão valor: meus verdadeiros amigos. Estou extramente feliz que uma das minhas melhores amiga está voltando pro Brasil depois de um ano todinhoooo só curtindo na Austrália. (Dá próxima vez, me leva na mala, amiga?). Isso me faz lembrar de uma outra puta amigona que tá na Califa, passando hipoglós em bunda de nenês que falam enrolado! Outra que tá sofrendo mtoooo. (Leve inveja)
Aliás, isso me faz pensar que eu sou uma das poucas que não tive experiência nos estrangeiros… (alêm do fato de eu ter passado um mês com meu amigo holandês lá nos paises baixos… ai que saudades!) Tô precisando reverter essa situação. Ou melhorá-la. Quero fazer um mochilão. 2011 é nóis. Ainda tô na dúvida: mochilão pela Europa ou um tour pelas melores baladas de Ibiza? Oh, dúvida cruel!!

Ah, tenho que agradecer já que esse ano começou mtooo bom! Garopaba (SEM COMENTÁRIOS! Estou por lá no finduanu!) + ressurgimento de uma amiga queridíiiiiissiiissiissiiima.. programação de carnaval (apesar de eu odiar essa data, tô curtindo mtoo a idéia de passar um tempo longe de sampa só com os amigos!) + volta de outra amissississiiiissiissiiima que tô sentindo mtaaaa falta! Além disso, descubro que uma das melhores baladas da Europa vem pra cá em Abril (e é óbvio que eu tô dentro – alguém me dá um camarote vip?)… e que vou exercitar meus dotes artísticos numa baladenha daqui duas semanas (meeeedo!)! Tô mais do que feliz!
Só sei que eu tô com saudade das amigas sumidas… e eu odeio o fato de ter que pagar conta de telefone!
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Me deixa, vai!
Tô vendo que já tá quase virando um blog pessoal isso aqui.
Hoje é um dia estranho. Mailing bombando de inutilidade superúteis, com uma ponta de estress, rolando uma DR de equipe aqui na empresa, pessoas ausentes no msn… Discussão do dia “O que é bom humor pra você?”. É chegar fazendo brincadeirinhas? É respeitar o espaço do outro sem dar patadas quando se está de mau-humor! É estar sempre com sorriso no rosto? Não, é ficar na sua quando não se está bem e não forçar uma felicidade não-existente.

Bom, é isso que dá trampar em empresa pequena. Todo mundo se acha dono da sua vida. É complicado não conseguir fazer nada da sua vida pessoal, sem ninguém ficar sabendo. Se acham no direito de se intrometer em tudo. “Hmm, tá de vestido hoje… vai sair com quem?” “Que alô foi esse no seu celular?” “Óculos escuro? Tá de ressaca, né? A noite foi boa…” “Vai almoçar com quem, hein?” GENTE! Não me sinto a vontade de ter que dar satisfação pra tudo o que faço pra pessoas com que quero ter uma relação estritamente profissional!
É o fardo que acompanha a pequena empresa. Só que, às vezes, não tô na pegada de fazer a política da boa vizinhança!
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Benjamin, beija-mim?
Acho que eu não suspirava tanto no cinema desde Titanic. O Curioso Caso de Benjamin Button é a prova de que realmente não tem ninguém que se compara ao Brad Pitt. Ai, Brad. O cara é aprazível até com 80 anos. Ôloco!

E claro que rolou toda uma revolta e cheguei a conclusão que todos deveríamos ser Benjamin. Ah, sim, porque a gente só consegue desfrutar o melhor da vida com todo o dinheiro que a gente arrecadou ao longo de anos trabalhados. E isso só acontece quando vc não tem mais os seus 20 anos. Que injustiça.
E como eu não sou a única e nem a primeira a pensar sobre o assunto, eis um texto de Chaplin que comprova a minha teoria:
A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?
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Mortos-vivos sem-noção
Ah, é tão engraçada como a vida é. As relações entre as pessoas é uma das coisas mais incompreenssíveis do mundo. Me surpreendo como elas são capazes de caras-de-pau, sem-noção ou completamente inocentes. O mais bonito de tudo, é acompanhar o desenrolar dos acontecimentos.
E as surpresas acontecem a todo momento. Seeeeempre me divirto com aquelas pessoas que você já jogou na mesa, e de repente, te mandam uma mensagem de texto, como se vocês estivessem se falando diariamente, retomando o contato da onde parou. Esses são os mortos-vivos (é, aqueles que você já enterrou, mas vira e mexe voltam pra puxar teu pé durante seu sono mais serene). Aí você, como toda boa mulher pensante, fica no dilema “responder ou não responder?”. Tá, óbvio que, se você não tiver cagando pra pessoa (ou não tiver o que fazer), vai responder. Ok, reponderá. Mas, qual o tom? Ou será que deve demorar um pouco pra responder? Porque da última vez que VOCÊ mandou uma mensagenzinha sem compromisso, ele demorou 4 dias pra responder. E, claro, qualquer uma das opções escolhidas não eliminam o pensamento do que poderia ter acontecido caso tivesse feito diferente. Socorro!

O que me leva a outra conclusão…
TODA relação é a base da troca. Desde dos primórdios do comércio até os mais complicados amores. E tem gente que não tem completa ciência desse fator. Não me refiro às egoístas, que são pessoas que quero looonge. Classifico-as como “sem-noção”. Sim, sem-noção porque são pessoas incapazes de se colocar no seu lugar e ver o quanto você se esforça para manter a relação sempre cor-de-rosa. São aqueles que não percebem que não basta estar com sede e ter o copo na mão: temos que buscar a coca-cola na geladeira.
Mas, não são todos que se encaixam nessa categoria. Esses estão aí por existir um passado e uma história que parece valer a pena para tentar lutar e mantê-la viva. Afinal, ninguém é sem-noção à primeira vista porque assusta. O problema está em: quanto tempo vai levar para perceber que I’m working my ass off, but you have to meet me half way? Porque todo mundo tem seu limite. Infelizmente, chega uma hora que não é mais legal testar a paciência e ver até onde vai a tolerância. Sim, apesar da história e de todo o carinho. É assim que se chegam ao fim casamentos, namoros, amizades, flertes que não passam de… flertes.
Resumindo, pessoas sem atitude destróem relacionamentos. Quando tudo depende de um só, fica desbalanceado e cansativo. Só resta partir pra outra. All in. Again.
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para consulta
Sabe como é…nunca se sabe quando você precisa descobrir qual será (ou é) o seu posto na hierarquia da nobreza! hhahaha. Como paralelopípedo também (ou só) tem conteúdo relevante, segue aí, minha gente:
PS: Galli…você é um luxo! E não esqueça de me “dar um oi” quando virar nobre!
DUQUE
Depois do rei, era o nobre mais poderoso, recebendo grandes extensões de terra para administrar. Os primeiros duques vieram do Império Romano, onde os comandantes militares eram agraciados com o nome de dux (”aquele que conduz”, em latim). Seguindo a tradição, países como Espanha e Portugal davam o título a seus maiores generais

- Advinha quem é?
MARQUÊS
Abaixo do duque na hierarquia da nobreza, o marquês governava os marquesados, áreas do tamanho dos estados atuais. Alguns tomavam conta dos territórios reais localizados em fronteiras, lutando para evitar invasões. A origem do nome deixa clara essa função: em latim, marchensis significa “o que fiscaliza as marcas”
CONDE
Assessorando o rei num monte assuntos, do recolhimento de impostos aos combates militares, o conde era tão importante no dia-a-dia dos reinos que tinha até um substituto para suas ausências, o visconde.
O conde também administrava os condados, área menor que os marquesados. O título vem do latim comes, “aquele que acompanha”
VISCONDE
Era o substituto do conde — em latim, vicecomes significava vice-conde.
Esse título de nobreza, assim como o de barão, surgiu bem mais tarde, apenas durante o século 10. Em termos administrativos, os viscondes podiam dirigir pequenos territórios, do tamanho de vilas
BARÃO
Mais um título criado com o feudalismo já em decadência. A honraria era concedida a súditos fiéis dos reis, geralmente homens ricos. As terras governadas pelos barões eram ainda menores, do tamanho de fazendas ou sítios. Em sua origem germânica, a palavra barão significa “homem livre”
Consultoria: Regina Dantas, historiadora do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
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